Buscamos levar a vida com suavidade e beleza, mas como sobreviveriam as rosas sem os espinhos?
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
EDUCAÇÃO NÃO DÁ SAMBA
terça-feira, 15 de setembro de 2009
A SOCIEDADE REFLETIDA NA ESCOLA
SÃO PAULO - As desigualdades presentes na sociedade estão também “cristalizadas” na educação. Essa foi a avaliação do pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Jorge Abrahão durante seminário de avaliação de dois anos do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), do governo federal. Educadores, representantes de governos e da sociedade civil discutem os avanços e os desafios do programa em seminário promovido pela organização não governamental Ação Educativa.
Lançado em 2005 pelo governo federal, o programa – conhecido como PAC da Educação – é formado por um conjunto de ações que visa a melhorar os indicadores educacionais do país até 2022.
O economista apresentou diversos dados de acesso ao ensino que mostram que algumas camadas da população estão sempre “atrasadas” em relação ao restante. Se na área urbana o percentual de analfabetos é de 4,4%, na rural ele sobe para 23%.
“Há um processo forte de ampliação de acesso à educação no Brasil nos últimos dez anos em todos os níveis e isso não é trivial de se fazer. Mas as desigualdades internas permanecem”, destacou o pesquisador. Segundo ele, os principais fatores que influenciam o sucesso escolar de uma pessoa é a renda, a raça e a região onde ela vive – Sul ou Norte do país e área urbana ou rural.
A secretária de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), Maria do Pilar Lacerda, destacou que é preciso acabar com a ideia de que a qualidade da escola pública piorou. “Atrapalha esse senso comum de que a escola era boa, aconteceu algo e ela ficou ruim. Ela não era pública porque não era para todos. E o que aconteceu foi algo muito bom: a entrada de quase todas as crianças no ensino fundamental, tornando o espaço mais democrático”, defendeu.
Na avaliação da secretária, um dos principais acertos do PDE foi trabalhar com os municípios que apresentam baixos resultados no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Essas cidades recebem reforço financeiro e técnico do MEC para desenvolver ações de melhoria da qualidade. Antes, recebiam recursos da União aqueles que apresentavam os melhores projetos ao ministério. “Enquanto havia município mandando proposta para informatizar a educação infantil, outros sequer sabiam o que era educação infantil”, comparou.
Outra vantagem do plano, na avaliação de Maria do Pilar, é o programa PDE Escola, que permite que a unidade receba financiamento diretamente do MEC, superando alguns processos burocráticos com as secretarias de Educação.
“Em um país desse tamanho não dá pra trabalhar com receita ou modelo fechado. Precisamos valorizar experiências que focam a reflexão sobre as práticas da escola e as questões da aprendizagem”, ponderou.
http//ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Desabafo....
A estagnação toma conta do corpo e envolve a vida numa crise mental sem fim à vista, porque é assim que interessa que seja, mas não é assim que deveria de ser... Enquanto os políticos forem os únicos a mudar continuaremos na mesma......Estagnados numa espera infindável...
leia mais em http://www.quiosque.aeiou.pt/
domingo, 30 de agosto de 2009
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
SUGESTÕES DE LEITURA . Livros Maravilhosos.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
DICAS PARA ESCREVER BEM.
domingo, 26 de julho de 2009
MÃES, NÃO TERCEIRIZEM A EDUCAÇÃO DE SEUS FILHOS. NÃO DELEGUEM A NINGUÉM ESSA TAREFA. COMPARTILHEM COM O PAI, QUANDO POSSÍVEL, POIS ELE É RESPONSÁVEL TAMBÉM. UMA BOA MÃE PERMITE E ESTIMULA SEU MARIDO A SER BOM PAI.LEMBREM-SE: O PROBLEMA DO MUNDO, DA EDUCAÇÃO E DA VIOLÊNCIA É CONSEQUÊNCIA DA FALTA DE ESTRUTURA FAMILIAR. E NÃO ESTOU FALANDO DE FALTA DE DINHEIRO.NÓS FALAMOS: " COMO O MUNDO ESTÁ MUDADO! QUANDO FOI QUE ELE FICOU ASSIM?" QUANDO AS FAMÍLIAS SE PERDERAM E ESQUECERAM SUAS PRIORIDADES. A 'NOVA ORDEM DAS COISAS E "O NOVO MODELO DE MULHER" NÃO FIZERAM A FAMÍLIA MUDAR. A NOVA DESORDEM FAMILIAR É QUE JOGOU AS COISAS NO BURACO ONDE ESTÃO. GASTEM MAIS TEMPO COM SEUS FILHOS, FORMEM PESSOAS INVESTINDO EM SENTIMENTOS E RELAÇÕES. E NÃO APENAS FUTUROS PROFISSIONAIS QUE FALAM TRÊS IDIOMAS(MAS NÃO ENTENDEM O PRÓXIMO), EXCELENTES ALUNOS, BELÍSSIMAS MOÇAS, ATLETAS MARAVILHOSOS, ...PARA FORMAR PESSOAS DE VALOR E COM VALORES NÃO SERÁ NECESSÁRIO GASTAR TANTO DINHEIRO, NEM FAZER DUPLA JORNADA, CONTRATAR BABÁS, PAGAR MIL CURSINHOS. MAS SERÁ PRECISO MAIS DO SEU TEMPO, DO SEU EMPENHO, E COM CERTEZA, VAI DAR TRABALHO. ANDREA DAHER
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Revista VEJA online. 40 anos de publicações.
domingo, 31 de maio de 2009
CRÔNICA: PROFESSORES DE ESPARTA?
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Ética para meu Filho
Autor: Fernando Savater
Editora: Martins Fontes
Nº de páginas: 176
ISBN: 85-336-0485-8
Fernando Savater discute o que é ética e a relatividade daquilo que consideramos “bom” ou “mau”. Ele mostra como ordens, costumes e caprichos nos tiram a liberdade e como devemos nos esforçar para descobrir e fazer o que realmente queremos, o que nos deixa feliz e o que nos faz sermos humanos, no sentido mais ético do termo. Para enriquecer ainda mais essa obra, há no final de cada capítulo citações de filósofos famosos relacionadas aos temas discutidos.www.aprendebrasil.com.br/recomenda
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Novo Enem e fim das disciplinas do ensino médio serão debatidos em encontro do MEC
Plantão | Publicada em 21/05/2009 às 20h24m
O GloboRIO - O Fórum dos Coordenadores Estaduais do Ensino Médio e a Secretaria da Educação Básica do Ministério da Educação discutem, nesta terça e quarta-feira, o novo Enem e mudanças no currículo do ensino médio.
Segundo o Ministério da Educação (MEC), o novo ensino médio é um programa de apoio técnico e financeiro oferecido às redes estaduais que desejam melhorar a qualidade do ensino.
Entre as inovações que o MEC sugere estão a ampliação da carga horária dos três anos do ensino médio para três mil horas (hoje são 2.400 horas); a leitura como elemento central e básico em todas as disciplinas; estudo da teoria aplicada à prática; fomento às atividades culturais; professor com dedicação exclusiva.
Colocar a leitura no centro do currículo, segundo Maria Eveline, tem o objetivo de preparar o cidadão para ter êxito tanto nos estudos como na vida.Às vezes, a dificuldade do estudante não está no conteúdo da disciplina, mas na forma de ler e de interpretar os códigos, diz a coordenadora.O diretor de avaliação da educação básica do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Heliton Ribeiro Tavares, vai apresentar o novo Exame Nacional do Ensino Médio, proposto pelo MEC. Os modelos de provas, o número de questões, a segurança da aplicação, o calendário. No mesmo encontro, o fórum vai saber do andamento do debate sobre a revisão das diretrizes curriculares do ensino médio. Esse tema será abordado pelos consultores Antônio Flávio Barbosa, da PUC-RJ, e Alfredo Veiga Neto, da UFRGS.
HTTP://oglobo.globo.com/educação/mat/2009/05/21/novo-enem-fim-das-disciplinasterça-feira, 19 de maio de 2009
LEMBRA A PROVINHA DA SME? EM PORTUGAL FIZERAM IGUAL!
Provas de aferição pouco exigentes
A Associação de Professores de Português (APP) classificou como "facilistas" as provas de aferição do ensino básico realizadas esta segunda-feira. Numa notícia avançada pelo jornal "Público", o presidente da APP, Paulo Feytor Pinto, critica as provas de aferição de língua portuguesa na medida em que têm referências que são "objecto de avaliação".
Um exemplo é o pedido para produção de um convite em que se pede para escrever quem é o convidado. Feytor Pinto revela que "se a criança não sabe disso, então não sabe redigir um convite".
João Henrique desvalorizou a palavra "facilitismo", e diz antes que as provas "poderiam ter ido mais longe no nível de exigência". "Podemos dizer que em função daquilo que são os programas e as competências, as provas não são muito rigorosas", explica.
Contudo, João Henrique revela que as provas que "estão bem estruturadas". O presidente da ANP sugere alguns aspectos que podiam ser rectificados nas provas. "Poderiam fazer um apelo maior às competências de escrita e de compreensão" VER TODO CONTEÚDO EM http://jpn.icicom.up.pt - Acordo Ortográfico:Professores exigem formação prévia.Por Renata Silva.REPROVAÇÃO NÃO É SOLUÇÃO
Mensagem
“O MAIOR DESAFIO ( DA EDUCAÇÃO) É CONHECER CADA CRIANÇA COMO ELA REALMENTE É, SABER O QUE ELA É CAPAZ DE FAZER E CENTRAR A EDUCAÇÃO NAS CAPACIDADES, FORÇAS E INTERESSES DESSA CRIANÇA.
O PROFESSOR É UM ANTROPÓLOGO, QUE OBSERVA A CRIANÇA CUIDADOSAMENTE, E UM ORIENTADOR, QUE AJUDA A CRIANÇA A ATINGIR OS OBJETIVOS QUE A ESCOLA – OU O DISTRITO, OU A NAÇÃO – ESTABELECEU.” (HOWARD GARDNER)
PROFESSORES DE ESPARTA
1º Ato: Tratado Institucional Arbitrário
Deverão ser selecionados desde a mais tenra infância, aliciados por “tias dedicadas” que alimentem o sonho da professorinha feliz, no meio de famílias pouco politizadas e que achem lindo os brochinhos das normalistas.
Deverão ser, preferencialmente mulheres, que têm o péssimo hábito de assumir a culpa de tudo, resolver os problemas de todos, fazendo compulsoriamente várias tarefas ao mesmo tempo; faceta muito útil aos interesses espartanos da educação, Homens também serão recebidos, mas convenhamos que não é Normal.
Serão separados das famílias para ingressarem na FARSA - Força de Auxílio Ratificadora da Sociedade Atual - em idade própria para que não haja tempo de criarem laços de amizade, construir famílias, ter marido e casa para cuidar. Filhos então... só os dos outros.
A intenção é positiva e visa não gerar conflitos desnecessário as futuras “tias”, para que nada lhes roube o tempo para preencher tantos relatórios e fichas que nós, supervisores da FARSA, nunca teremos tempo nem interesse de ler.
O corpo deverá ser forte e saudável, afinal, é preciso estar bem preparado para não adoecer nunca, não comprometendo assim o sagrado direito à merenda, quer dizer, à educação!
Os músculos serão trabalhados à exaustão em exercícios de apagar, escrever no quadro, corrigir e correr atrás de alunos ou correr das mães destes. Certamente é preciso ter uma estrutura óssea bem desenvolvida, para carregar sozinho no lombo toda a culpa pelo fracasso da educação.
E depois de receber limitada formação _ nada que estimule o risco da crítica, questionamento ou reflexão, mas que garanta que a “tia” saiba o que ensinar em cada série, ou melhor, em cada período e aprenda a fazer corretamente uma matriz, usar o mimeógrafo ( que não existirá na escola) seguir os livros didáticos sem pular folhas _ será engajada na frente de trabalho da FARSA.
E, como providenciado estrategicamente no início da seleção, não tendo os professores de Esparta nenhum compromisso familiar, não haverá contas ou lazer para pagar, o que não fará necessário o "percebimento" de remuneração digna, visto que seria abusiva para os “pardalmente” recheados cofres municipais.
Qualquer coisa servirá!
Gastar em que? A merenda da escola é nutritivamente deliciosa para professores espartanos, que devem comer no meio da loucura, digo, vivacidade do refeitório, enquanto os gestores fazem suas refeições em paz, no ar condicionado, porque ninguém é de ferro!
E nada de bônus cultura, porque com cultura não se constrói uma candidatura. Mas com o dinheiro do bônus...até que se faz um bom pé de meia.